sexta-feira, 10 de janeiro de 2025

O nevoeiro no amanhecer

 

E amanhece em nevoeiro

Se compadece com o trilheiro

Depois se um sonho estranho 

Em dois se fazia em risonho do chorar em banho


De onde o anoitecer ligeiro vai se despedindo 

Um mês nada inteiro e curto se instinguindo 

A parte de um verão totalmente desregulado

Na arte se então emocionalmente descontrolado


Espero que seja a luz no fim do túnel desde então 

Desespero seria o fim da luz no túnel em porão 

De onde os conscientes são perseguidos

E os delinquentes voltam a serem reerguidos





 



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