E amanhece em nevoeiro
Se compadece com o trilheiro
Depois se um sonho estranho
Em dois se fazia em risonho do chorar em banho
De onde o anoitecer ligeiro vai se despedindo
Um mês nada inteiro e curto se instinguindo
A parte de um verão totalmente desregulado
Na arte se então emocionalmente descontrolado
Espero que seja a luz no fim do túnel desde então
Desespero seria o fim da luz no túnel em porão
De onde os conscientes são perseguidos
E os delinquentes voltam a serem reerguidos

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