Se fosse uma guilda de brasão azulado
Seria uma aventura de um escalão do legado
Apesar de solitário e não clamo por dó
De alegar o gesto solidário eu fiquei assim só
Nas pelagens braçais
Das viagens leais
Do imaginário que se expandiu
De todo o horário que já se emitiu
O tempo vai passando
Ao vento que sai se guiando
A gente espera
E sente e não se desespera
Ás vezes temos uma fortaleza que quase não acreditamos
Das outroras vezes que não tememos nessa falta de sutileza que aceitamos
Os insensíveis jamais entenderiam
E tão pouco os seres horríveis que só zombavam e riam
Talvez a gente não é feliz de verdade e toda hora
Vai chegar a vez que na mente se luta na tristeza e transborda o que chora
É na dor também que aprendemos
De que nem toda a flor crescerá no mesmo jardim que a colhemos
A vida mostra quem são os nossos colegas e amigos
Na ida e chegada nos demonstram os que dão trevas e são inimigos
Enquanto soubermos que somos amigos da nossa existência
Saberemos o quanto sempre vencemos a cada dia com amor próprio e sem desistência

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