quarta-feira, 8 de janeiro de 2025

Uma guilda

 

Se fosse uma guilda de brasão azulado

Seria uma aventura de um escalão do legado

Apesar de solitário e não clamo por dó

De alegar o gesto solidário eu fiquei assim só


Nas pelagens braçais

Das viagens leais

Do imaginário que se expandiu

De todo o horário que já se emitiu


O tempo vai passando

Ao vento que sai se guiando

A gente espera

E sente e não se desespera


Ás vezes temos uma fortaleza que quase não acreditamos 

Das outroras vezes que não tememos nessa falta de sutileza que aceitamos 

Os insensíveis jamais entenderiam 

E tão pouco os seres horríveis que só zombavam e riam 


Talvez a gente não é feliz de verdade e toda hora

Vai chegar a vez que na mente se luta na tristeza e transborda o que chora

É na dor também que aprendemos

De que nem toda a flor crescerá no mesmo jardim que a colhemos 


A vida mostra quem são os nossos colegas e amigos 

Na ida e chegada nos demonstram os que dão trevas e são inimigos

Enquanto soubermos que somos amigos da nossa existência 

Saberemos o quanto sempre vencemos a cada dia com amor próprio e sem desistência 




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