Ele se dividiu cada vez mais
Dele se pariu uma mania de mais desiguais
Um povo passível ao invés do possível
Dum renovo imprevisível por á pés do impossível
Uma acomodação digitalizada
Numa união apenas mais rede socializada
E cadê a auto soberania?
Do por quê ainda há tanta tirania?
A brasa vermelha não emerge sem as raízes
Da casa verde,amarela,azul e branco não reerguem sem respeitar as matrizes
Desde o norte ao sul que se floresce
Entre o oeste ao leste que jamais se esquece
Os analfabetos e os estudados precisam se entenderem
Das Anas e dos Betos respeitados que se unificam pra juntos aprenderem
É preciso falar mais a linguagem do povão
Daquele imersivo na simplicidade que ainda vê a televisão
Há irmãos nossos não tocados pelo estado
Já serão mais tempos perdidos e nem abraçados com um legado
O poder não deve ser mais importante que o básico
Pra não se perder num montante e momento trágico
...

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