quarta-feira, 15 de janeiro de 2025

A fúria de uma pessoa gentil

 

Um amigo fiel em sua gentileza

Não teme o inimigo infiel fora da natureza 

E protegerá á todos em instantes

Todos aqueles que elegerá nos seus laços mesmo os distantes


Mas quando ele é humilhado 

Não é compreendido e nem escutado 

O moço bondoso entra no abismo 

Num poço danoso que se encontra num fundo sismo 


Se a escuridão dele o domar em si

A luz dele não voltará a se espalhar em ti

Por isso não desvalorizem os gentis 

Se empatize é priorizem os não hostis 


O melhor amigo dele primeiramente 

É aquele que mora no coração dele e na mente

O amor por ele existir

Pra combater a dor de não coexistir 





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