E que possamos também aproveitar a cada amanhecer uma nova forma de despertar.
No rabiscar de cada nuvem
Do jeito solar que se vem
Na escada e no peito
E se vem na largada do espaço estreito
É confuso
Na fé do fuso
Até o fluir do som
Indo a pé sem fugir do tom
O olhar reflete
De um ar que se repete
Bem longe do mar
E tem o monge do lar
🌄💙

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