domingo, 26 de janeiro de 2025

O João de Barro

 

Uma existência alada caseira 

Duma exigência levada a vida inteira 

Nos barros que catam 

Dos carros que embaixo passam 


Os de cores pastéis alaranjados 

Das flores em países naturais e arrumados 

Os ventos se guiam de lá

Nos tempos que vigiam de cá 


Uns assobios desses bicudos 

Duns fios nesses trucudos 

Mas estão unidos 

E continuarão reunidos 





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