A luz interna
Do que reluz a externa
A criatividade mora na profundeza
Da mocidade que chora na pureza
Ela enfraquece e não se apaga
Dela se amanhece e não se estraga
Tudo vai fluindo livremente
De longe cai e sumindo sutilmente
Será que a consciência é dessa forma ?
Haverá a decência nessa reforma ?
A cada dia é uma nova descoberta
No que se guia ao que renova de mente aberta
🌌

Nenhum comentário:
Postar um comentário