Na rua de um imenso palavreado
Que se situa ao intenso tempo levado
Um canto do sossego
Dum espanto contra o ego
E mais distante da cidade umbralina
Em pleno instante em liberdade fina
Na árvore que acoberta
Do ar que respira e se esperta
Os poucos estão a frente da própria era
Dos loucos que seguram as mãos contra a imprópria fera
E a gente torce que um dia preservem
Tanto na mente e no que sente e se guia no que positivamente em alegria fervem

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