domingo, 19 de janeiro de 2025

Na rua do paralelepípedo

 

Na rua de um imenso palavreado 

Que se situa ao intenso tempo levado

Um canto do sossego

Dum espanto contra o ego


E mais distante da cidade umbralina 

Em pleno instante em liberdade fina 

Na árvore que acoberta 

Do ar que respira e se esperta 


Os poucos estão a frente da própria era

Dos loucos que seguram as mãos contra a imprópria fera 

E a gente torce que um dia preservem 

Tanto na mente e no que sente e se guia no que positivamente em alegria fervem 




Nenhum comentário:

Postar um comentário

Hein,Clarice !

  Hein,Clarice! E quanto mais o tempo passa,o tanto que tu sempre teve razão do tamanho do rendimento que jogamos aos prantos. Um polimento ...