quarta-feira, 29 de janeiro de 2025

A negligência aérea

 

Na tal ave de aço
Nada resistente nem no traço
Num céu imprevisível
Dum véu nada visível

O transporte mais próximo do universo
Sem suporte para um ótimo seguro de cada ser diverso
De tantos protocolos
Só entram em prantos aos parentes e dos que não podem voltar aos colos

Ao ápice mais importante
A hélice para a cada instante
Na falta de um olhar responsável
Da palta de enxergar o que parecia impensável

Apesar de seguro, desde os dos anos noventa não caíram poucos
Não há aturo para os que saíram a favor dos lucradores loucos
De centenas de sonhos e alegrias que se foram
Se foram os risonhos e as harmonias que os que ficam só se choram

A responsabilidade pela vida devia ser prioridade
Duma cumplicidade da chegada até a ida com lealdade
A saudade ainda baterá
De um luto que jamais se sucumbirá

🖤





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