Um amigo fiel em sua gentileza
Não teme o inimigo infiel fora da natureza
E protegerá á todos em instantes
Todos aqueles que elegerá nos seus laços mesmo os distantes
Mas quando ele é humilhado
Não é compreendido e nem escutado
O moço bondoso entra no abismo
Num poço danoso que se encontra num fundo sismo
Se a escuridão dele o domar em si
A luz dele não voltará a se espalhar em ti
Por isso não desvalorizem os gentis
Se empatize é priorizem os não hostis
O melhor amigo dele primeiramente
É aquele que mora no coração dele e na mente
O amor por ele existir
Pra combater a dor de não coexistir

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