E do preto umbralino
Ao teto de forro fino
Da pálida cara branca
Se é válida a tara franca
Em meio a quase madrugada
Bem cheio á crase alugada
Desse aportuguesado linguístico
Nesse condecorado meio místico
A estranheza espanta o normalizado
Ela é a sutil forma de pureza que jamais espanta o conscientizado
Uma coloração que merece mais respeito
Que está na noite de toda a lunação e na prece se nosso peito
Nós somos a religação de nossa existência
Nos tornamos mais a ação da vossa persistência
De que crença pessoal nenhuma é a verdade absoluta
Mas sim a experiência fatídica contínua e muito mais de uma de uma verdade que muda e se permita
🖤

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