sábado, 25 de janeiro de 2025

A chaminé nos avós

 

E quantos momentos 

De muitos e tantos em sentimentos 

Nos que somavam 

Dos que comemoravam 


Desde os aniversários 

Aos bons papos de adversários 

Aquele cheiro de capelette 

Daquele bucho cheio de leite 


A mesa recheada pro café da manhã

Da certeza empenhada e com fé se repetia num outro amanhã

E quando se chegava 

Aquela pequena vovó já abraçava 


Embora a casa ainda está 

A gente chora por não ser como antes lá

De uma imensa saudade que aumenta 

Duma intensa lealdade que se orienta 


As boas memórias se eternizam

Das trajetórias que se priorizam

E dessas pedreiras elevadas

Por essas vidas inteiras vivenciadas 






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