A poesia sempre andou do meu lado
Numa cortesia que herdou em um ditado
É um romance libertador e consciente
Até um lance curador e decente
Assim se faz cada ritmo dançar
Sem fim capaz no íntimo a se cantar
Na mente de quem está lendo
No que sente e se terá tecendo
Ao longo de uma jornada que não segue o tempo
Em estrondo de uma parada que não morre ao vento
Deste entrelaçado residente no que aturo
Eu não me considero um poeta
Nem reitero a uma nomeação pateta
Só estou a expressar de dentro pra fora
Dó vou a regressar no centro de cada agora

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