O vermelho da rosa
Da esquerda é uma prosa
Do revolucionar a se pensar
Com o abraçar e assim ficar
A lua oculta
Na sua escuta
O calado fala muito
Do falado ao intuito
A vesguice
Que tolice
Me importei demais
E suportei nunca mais
Desse céu sangrento
De parir o amanhecer a tempo
De um novo dia
No além da harmonia


